O que são e para que servem
Se treinas em ginásio e usas a máquina de polias, já sabes a frustração: ou agarras o cabo com a mão e perdes isolamento, ou tentas improvisar com uma toalha. Estas tornozeleiras existem para resolver exatamente isso. Prendes ao tornozelo, ligas ao cabo da polia e trabalhas os glúteos, abdutores ou flexores com muito mais controlo.
As Fitgriff V3 vêm a par, em neoprene com fecho em velcro. Colocas, ajustas, e o argolão metálico fica posicionado para encaixar no mosquetão da máquina.
O que gostei e o que reservo
A primeira coisa que notei foi o acolchoamento. Não é fino como papel, aguenta pressão sem deixar marca no tornozelo depois de três séries seguidas. O velcro é largo, o que ajuda a distribuir a tensão. Para mim, faz diferença.
Dito isto, tenho uma reserva honesta: são tornozeleiras de uso moderado. Se treinas com cargas muito pesadas e muito volume, o velcro pode começar a ceder ao longo do tempo. Não é um defeito de fabrico, é simplesmente o que acontece com esta faixa de preço.
Para quem está a começar a trabalhar glúteos na polia, ou treina com cargas médias, os 9,99 euros fazem todo o sentido. São bestseller na Amazon por algum motivo: custam pouco, funcionam, chegam depressa.
Se és atleta de competição e treinas com carga máxima todos os dias, talvez valha a pena investir num modelo com fixação mais robusta. Para toda a gente, acredita, estas chegam bem.