O que é, afinal, o Fitbit Air

A Google lançou o Fitbit Air como a entrada mais acessível na família Fitbit, e isso nota-se logo no visual: discreto, leve, sem grande alarido. A pulseira monitoriza a atividade física, o sono e a frequência cardíaca, como seria de esperar. Mas o detalhe que a distingue é o aconselhamento com IA, que analisa os teus dados e te sugere ajustes concretos: dormir mais cedo, caminhar um bocadinho mais, respirar antes de uma reunião. Para mim, foi aqui que fiquei com alguma curiosidade.

Sete dias de bateria e isso conta mesmo

Um pormenor que parece pequeno mas não é: a bateria dura até 7 dias. Quem já teve uma smartwatch que pedia cabo ao terceiro dia sabe o alívio que isto representa. Não ter de pensar onde está o carregador antes de sair de casa, sinceramente, faz diferença no dia a dia.

A monitorização do sono é onde o Fitbit costuma brilhar, e o Air não foge à regra. Acordares a meio da noite sem perceber porquê, e no dia seguinte o Fitbit diz-te que passaste 40 minutos em sono leve às 3h da manhã. Não resolve o problema, mas ajuda a vê-lo.

A quem compensa (e a quem não)

Acredita: se já usas o ecossistema Google e queres uma pulseira simples, sem o exagero das smartwatches mais caras, o Fitbit Air faz sentido. A 97 euros não é uma pechincha absoluta, mas o conjunto de funcionalidades justifica.

Se procuras GPS integrado ou pagamentos por NFC, olha para outros modelos. Este não tem nem um nem outro.