O que estás realmente a comprar

O DualSense Hyperpop Rhythm Blue não é um acessório novo nem tem funcionalidades diferentes do comando padrão da PS5. O que muda é a estética: um acabamento azul com detalhes gráficos da coleção Hyperpop, que a Sony tem lançado em várias edições limitadas. Por dentro, a tecnologia é a mesma: feedback háptico, gatilhos adaptativos, microfone integrado e bateria com autonomia de sensivelmente 12 horas de uso contínuo.

O preço ronda os 82 €, contra os 65 a 70 € do DualSense branco standard. Estás a pagar um prémio de cerca de 15 € pela versão especial. Não é escandaloso, mas é dinheiro.

Quando faz sentido e quando não faz

Se já tens um PS5 e um comando, e queres um segundo para jogar a dois em casa, este é um momento razoável para considerar uma edição especial. Tens o pretexto funcional e levas algo visualmente distinto para distinguir os dois comandos durante uma sessão a dois. Prático, até.

Se ainda não tens nenhum comando adicional e estás a começar, o modelo standard faz o mesmo trabalho por menos. As funcionalidades hápticas e os gatilhos adaptativos são iguais, e esses são os argumentos reais desta geração de comandos.

A fraqueza típica do segmento

O problema crónico dos comandos DualSense não é a Sony nem esta edição em concreto: é a durabilidade do stick analógico. O desgaste do joystick com drift ao fim de um ou dois anos é uma queixa comum nesta geração, independentemente da cor ou da coleção. É algo a ter em conta antes de investir num segundo ou terceiro comando.

Aos 82 €, este Rhythm Blue é um mimo com fundamento funcional, mas só se já tens a base coberta.