O que está realmente dentro da caixa

Vinte e quatro janelas, 18 euros, e um universo que já tem fãs cativos entre os 5 e os 10 anos. O calendário de advento SuperThings inclui minifiguras, hideouts, jets, exoesqueletos e veículos especiais, o que na prática significa uma mistura de peças de colecção e acessórios de jogo. Não é um calendário de figuras grandes nem de surpresas com grande peso individual: cada janela esconde um objeto pequeno, às vezes muito pequeno.

Para quem faz sentido e para quem não faz

Se a criança já colecciona SuperThings ativamente, este calendário funciona muito bem como contagem decrescente para o Natal: há novidade suficiente para manter o interesse dia após dia. O preço de 18 euros por 24 peças, mesmo que algumas sejam acessórios simples, sai mais barato do que comprar packs individuais para o mesmo efeito.

Mas se o miúdo em casa não conhece a linha, um calendário de advento é uma forma cara de descobrir se o universo agrada. Nesse caso, começa por um pack de entrada e poupa a frustração de um presente que não encaixa.

A fraqueza típica deste tipo de produto

Os calendários de advento de linhas coleccionáveis têm um problema estrutural: a qualidade das surpresas é irregular. Há dias em que a janela traz uma figura rara e dias em que o conteúdo parece enchimento. É quase inevitável, e os SuperThings não fogem à regra. Quem espera 24 surpresas com o mesmo peso vai ficar desiludido em pelo menos um terço das janelas.

Ao preço atual, sem desconto aparente, o cálculo sai a 75 cêntimos por surpresa. Aceitável, desde que as expectativas estejam bem calibradas.