O que me convenceu logo à primeira
Tenho cá em casa umas quantas pens que vivem dentro de gavetas porque simplesmente partiram. Plástico barato, conector que bamboleia, o costume. A SanDisk Ultra Flair tem uma carcaça de metal que, sinceramente, muda tudo. Pega-se nela e nota-se logo a diferença: é sólida, cabe num bolso de calças sem drama, e o conector USB entra com aquele clique satisfatório que mete confiança.
A velocidade de leitura chega aos 150 MB/s, que na prática significa transferir um filme de 4 GB em menos de 30 segundos. Para quem anda a fazer backups rápidos ou a levar ficheiros grandes entre computadores, faz toda a diferença comparado com as pens de 3 euros que teimas em comprar na caixa do supermercado.
A quem compensa mesmo
Para uso no dia a dia, armazenamento de fotografias, documentos de trabalho ou até para guardar aquela coleção de músicas que não queres perder: 128 GB a 16 euros é uma proposta difícil de bater. A proteção com senha é um bónus que poucos usam mas que pode ser útil se carregas ficheiros sensíveis.
A minha reserva honesta? A velocidade de escrita não é declarada pela SanDisk, e nos testes que vi anda à volta dos 40-50 MB/s, que é razoável mas não é fabulosa. Para quem precisa de escrever ficheiros enormes com frequência, uma SSD externa pode fazer mais sentido.
Mas para a esmagadora maioria das pessoas, esta pen faz o trabalho todo sem chatices. E a 16 euros, não há muito a debater.