O que me surpreendeu logo à partida
Quando vi o preço, pensei que ia encontrar um relógio de plástico barato com um ecrã que cansa os olhos. Não foi bem isso. O ecrã AMOLED tem uma nitidez razoável, e o acabamento não parece tão básico como esperava por 51 euros. Claro, a pulseira de silicone é simples, mas para o dia a dia funciona.
A bateria é o argumento principal da Xiaomi aqui: 18 dias de autonomia. Na prática, com o GPS e as notificações todas ativas, não chegas a tanto, mas uma semana e meia sem charger é confortável. Lembro-me de levar outros smartwatches para viagens curtas e ter sempre de levar o cabo. Com este, já não me preocupei tanto.
O que podes esperar (e o que não deves)
Acompanha atividade física, sono, frequência cardíaca e oxigenação do sangue. Para quem quer monitorização básica e consistente, cumpre. Não é um Garmin nem quer ser.
A ligação à app Xiaomi é simples de configurar, mas a experiência fica muito mais redonda se já usares outros dispositivos da marca. Se vens de outro ecossistema, há uma curva de adaptação pequena mas real.
Sinceramente, a quem compensa? A quem quer um primeiro smartwatch sem compromisso financeiro grande, ou a quem precisa de bateria longa acima de tudo. A quem já tem um relógio inteligente com GPS robusto e monitorização avançada, este provavelmente vai parecer um passo atrás.