O que me convenceu logo

O argumento mais forte desta Redmi Watch 6 Lite é mesmo a bateria. Dezoito dias declarados pela Xiaomi, e na prática quem a usa no dia a dia reporta valores bem acima da semana, o que para mim já chega para deixar de pensar "carregaste o relógio?". Tenho uma amiga que trocou o seu smartwatch de marca conhecida precisamente por isso: cansou-se de o carregar de dois em dois dias como se fosse mais um dispositivo na fila.

O ecrã é decente para o preço, com boa leitura à luz do sol, e o cinzento aço fica mais sóbrio do que parece nas fotos da Amazon.

Onde nota que é económico

Aqui não vou fingir que não existe nada a apontar. O GPS não está incluído, o que significa que para corridas com rota tens de andar sempre com o telemóvel. Para quem corre com earbuds e telemóvel de qualquer forma, não é drama. Para quem quer autonomia total nos treinos, pode ser um veto.

A resposta táctil do ecrã é ligeiramente lenta quando deslizas rápido entre menus, nada que tire o sono, mas nota-se.

Para quem faz sentido comprar

Se usas um relógio sobretudo para ver notificações, controlar músicas, monitorizar o sono e ter uma ideia geral da atividade, esta Redmi Watch 6 Lite faz o trabalho bem feito a 57 euros. Acredita que a maioria das pessoas não precisa de mais do que isto. Se és atleta e o GPS é inegociável, o orçamento tem de subir. Mas para o uso quotidiano honesto? É uma pechincha com fundamento.